O constitucionalismo consiste num movimento político e jurídico que visa estabelecer movimentos constitucionais com governos moderados, com limitação de poderes e baseados em um constituição escrita.

O constitucionalismo é o oposto de absolutismo onde prevalece a vontade dos governantes.

O constitucionalismo assemelha-se ao liberalismo e juntos triunfaram no final do século XIX e começo do século XX, quando ocorreu a derrubada dos tronos e  a outorga dos monarcas, fazendo com que os países europeu passassem adotar uma constituição.

Na América, o rompimento das sujeições coloniais impôs a adoção de constituições escritas para que a vontade dos libertadores pudesse fixar regras básicas da existência independente.

Mesmo tratando-se de uma brilhante ideologia, o Constitucionalismo não se proliferou pelo mundo inteiro, pois somente um poder rigidamente estabelecido é capaz de assumir uma forma constitucional.

 

 

Além disso, o constitucionalismo depende de existência de um regime com uma opinião pública informada, forte e ativa, encontrada apenas nos Estados de avançado grau de desenvolvimento, que não eram algo comum na época.

A verdadeira origem do Constitucionalismo se deu através das constituições norte-americana, (de 1787), e na francesa (de 1791), que trouxeram dois traços fortes, sendo o primeiro a organização do Estado, e o segundo, a limitação do poder do Estado, como direitos e garantias fundamentais do cidadão.

Resumidamente, podemos concluir que o constitucionalismo foi o movimento histórico que trouxe para a população brasileira uma série de direitos e garantias fundamentais perante o Estado.