Dentre as diversas regras de gramática ou da língua portuguesa o uso dos “porques” requer regras do emprego dos porquês para que eles sejam empregados de forma correta em uma frase ou oração.

Quanto a pronuncia do dia-dia não há nenhuma distinção que possa ser facilmente perceptível, pois a escrita correta advém da linguagem culta.

No total existem quatro regras que disciplinam o uso dos “porques” que podem ser escritos juntos, juntos e com acento circunflexo, separados, separados e com acento circunflexo.

Os tipos de “porques” aplicados à língua portuguesa são:

Por que; por quê, porque, porquê.

Utiliza-se por que (separado e sem acento) nas frases interrogativas diretas e indiretas, como por exemplos:

Por que será que ele não voltou da rua – interrogativa direta.

Quero saber por que ele não voltou da rua – interrogativa indireta.

 

 

Utiliza-se porque (junto e sem acento) para frases justificativas ou explicativas, exemplo:

Não almocei porque não estava com fome.

Utiliza-se por quê (separado e com acento) em finais de frase ou quando aplicado de forma isolada, exemplo:

Você não veio almoçar em casa, por quê?/ ou / Quero sabe o por quê!

Por fim utiliza-se o porquê (junto e com acento) quando trata-se de substantivos que equivalem a causa, motivo ou razão, exemplo:

Quero saber o porquê de ter faltado à aula de matemática.

Embora pareçam fáceis tais regras podem geram algumas confusões no momento da escrita, por isso é necessário um pouco de atenção.